Embora a manutenção preventiva seja muito importante para empresas que trabalham com frotas, ainda existem diversas empresas que não investem nestes cuidados. Para que sua empresa evite deslizes e mantenha os componentes funcionando perfeitamente, listamos 6 erros na manutenção dos pneus do seu veículo, que inclusive corresponde a um dos maiores gastos mensais de uma transportadora, ficando atrás apenas do combustível.

1. Economizar no momento errado

A compra e recapagem de pneus não é algo barato, o que faz com que muitos gestores arranjem soluções perigosas. Contudo, comprar peças de qualidade inferior e a falta de manutenção periódica podem acarretar em altas despesas desnecessárias. Além de comprometer a conservação do veículo e a segurança do condutor.

Os componentes do veículo são como os órgãos dentro do corpo humano, se um começa a falhar, automaticamente começa a comprometer os demais.

2. Esperar o pneu ficar “careca”

Quando os sulcos do pneu estão com menos de 6 mm de profundidade, ele já pode ser considerado “careca”. Entretanto, por lei, o mínimo é 1,6mm de profundidade.

De acordo com o artigo 230 do Código de Trânsito, conduzir o caminhão “em mau estado de conservação, comprometendo a segurança, ou reprovado na avaliação de inspeção de segurança e de emissão de poluentes e ruído”. É considerada uma infração grave (5 pontos) e a multa é de R$ 127,68.

Quando o pneu está careca ele fica mais propenso a estouros, derrapamentos e frenagens menos eficazes. Em outras palavras, além da segurança ser comprometida, também corre o risco de ser multado.

3. Deixar de fazer alinhamento e balanceamento

O alinhamento e o balanceamento servem para corrigir a perda de tração e estabilidade. Quando estes procedimentos não são feitos, um dos pneus fica sobrecarregado, fazendo com que fiquem com um desgaste irregular.

A principal consequência disso é a drástica redução de vida útil do pneu, podendo reduzir até pela metade. O ideal é que o alinhamento e o balanceamento sejam feitos a cada 10 mil quilômetros. Ou quando é trocado algum pneu ou componente de suspensão do caminhão.

Porém, se o condutor começar a sentir a direção pesada, vibrando ou puxando para um lado, deve comunicar o seu gestor e procurar realizar o procedimento adequado.

4. Não fazer o rodízio dos pneus

O rodízio consiste em trocar os pneus da frente pelos de trás, fazendo com que se desgastem uniformemente. O processo permite aumentar a durabilidade dos pneus e manter a estabilidade nas curvas e frenagens.

5. Fazer a calibragem incorreta

Calibrar errado os pneus faz com que os mesmos se desgastem mais rapidamente, e consequentemente tenham que ser substituídos antes do período previsto. Para não correr riscos, é importante seguir a orientação certa de calibragem recomendada no manual do veículo.

Vale ressaltar que a calibragem não é a mesma para pneus dianteiros e traseiros, assim como quando o caminhão está vazio ou lotado. A pressão nas peças deve ser verificada toda vez que o veículo for pegar a estrada, sem deixar de checar o estepe também. A única diferença é que para este item é interessante colocar uma pressão maior, pois aos poucos vai se esvaziando.

6. Não usar ferramentas tecnológicas para a manutenção de pneus de caminhão

Usar um Controle de Pneus melhora a produtividade e reduz os custos dentro de uma transportadora, contribuindo com a manutenção dos itens.

O Controle de Pneus do Frota G, por exemplo, oferece ao gestor de frota o controle total sobre o rodízio de pneus, alinhamento, balanceamento e a calibragem.

Tudo isso é feito a partir do cadastro dos pneus. Nele, você insere fabricante, modelo, vida atual, possibilitando que a plataforma forneça dados importantes, entre eles custo por km rodado e as marcas mais duráveis.

Os 6 erros apresentados na manutenção dos pneus de seu veículo podem ser facilmente resolvidos com o sistema de Controle de Pneus do Frota G.

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